segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Parto Humanizado

Oi gente!!!!!!!!!!!!!
Gostaria de ter escrito este post à muito... muito tempo.
Para ser mais exata, quando me encantei com o assunto: Parto Humanizado.
Entre às minhas descobertas, uma que me surpreendeu foi que poucas pessoas conheciam o real significado deste assunto "Parto Humanizado".
Já vou avisando que tem uns vídeos bem legais no youtube.
Principalmente de um hospital chamado ISEA, lá em Campina Grande na Paraíba, com vídeos de momentos incrivéis. Se chorar não se envergonhem, pois são realmente emocionantes.
O texto abaixo foi retirado do site Guia do Bebê e explica perfeitamente do que se trata um parto humanizado e também às razões pelas quais havia escolhido este tipo de parto.

Parto Humanizado
A humanização do parto não significa mais uma nova técnica ou mais conhecimento, mas, sim, o respeito à fisiologia do parto e à mulher.
Muitos hospitais e serviços médicos ignoram as regulamentações exigidas pela Organização Mundial de Saúde e Ministério da Saúde, seja por querer todo o controle da situação do parto, por conveniência dos hospitais em desocupar leitos mais rápido ou por comodidade de médicos e mulheres em que no mundo atual não se pode perder muito tempo.
Mas a ciência vem comprovando que o excesso de intervenções tecnológicas durante o parto pode não ser tão seguro em partos de baixo risco.
Já se provou que as parteiras são mais seguras que os médicos nos nascimentos de baixo risco, e que neste mesmo nascimento de baixo risco o parto domiciliar ou em Casas de Parto são tão seguros quanto os realizados nos hospitais e maternidades, com a vantagem de não realizarem tantas intervenções, pois o parto é mais natural.
O acompanhamento familiar deixa a parturiente mais tranqüila, tornando o parto mais seguro, ao constatar que a equipe especializada dos hospitais não consegue oferecer o suporte emocional que a parturiente necessita.
A posição deitada substituiu o parto vertical para melhor controle médico, mas a posição vertical é mais segura tanto para a mamãe quanto para o bebê, além de ser mais rápida. A presença do bebê junto à mãe após o parto é tão ou mais importante para o vínculo afetivo dos dois do que os exames realizados no bebê depois do parto e longe da mãe.
Mais do que após o parto, a presença do bebê junto à genitora no quarto é fundamental para o conhecimento de ambos, maior vínculo afetivo e amamentação prolongada. O leite artificial substituiu o leite materno e está provado que o aleitamento materno é superior nas suas qualidades.
Humanizar o parto é dar liberdade às escolhas da mulher, prestar um atendimento focado em suas necessidades, e não em crenças e mitos. O médico deve mostrar todas as opções que a mulher tem de escolha baseado na história do pré-natal e desenvolvimento fetal e acompanhar essas escolhas, intervindo o menos possível.
É a mulher que deve escolher onde ter o bebê, qual acompanhante quer ao seu lado na hora do trabalho de parto e no parto, liberdade de movimentação antes do parto e em que posição é melhor na hora do nascimento, direito de ser bem atendida e amamentar na primeira meia hora de vida do bebê. Para isso, é fundamental o pré-natal.
A dor é entendida como uma função fisiológica normal que pode ser aliviada com métodos não-farmacológicos amplamente embasados, mas não quer dizer que a mulher não tenha a escolha de optar pelo uso de analgesia.
Isso não significa que o parto cesárea ou com intervenção médica não possa ser humanizado. O parto cesárea existe para salvar vidas, mas não deve ser a grande maioria dos partos como acontece hoje e sim como em último caso. Isso também deveria acontecer com as intervenções médicas que somente devem ser aplicadas quando necessárias ou quando de escolha da mulher se bem orientada quanto a essas intervenções.
O Parto Humanizado significa direcionar toda atenção às necessidades da mulher e dar-lhe o controle da situação na hora do nascimento, mostrando as opções de escolha baseados na ciência e nos direitos que tem.


E olha como o assunto é antigo:
Parto natural a Leboyer: Frederic Leboyer foi um obstetra frances que na década de 70 propôs um parto menos agressivo, levando em consideração a percepção do bebê. Na barriga da mãe o feto já enxerga e ouve vozes, com base nesses e em outros dados o Dr. Leboyer desenvolver uma nova forma de parto: retirou do ambiente as luzes fortes que incomodavam a retina do bebê; preservou o silêncio na sala de parto e parou de pendurar o bebe de cabeça para baixo após o parto, colocando-o no colo da mãe.

Vídeos:
http://www.youtube.com/watch?v=o1qUIs_msbk

Nenhum comentário:

Postar um comentário